domingo, 16 de março de 2014

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 Esta sexta-feira foi marcada pelo caos e selvageria que praticamente destruiu a maior central brasileira de alimentos, a Ceagesp - Central de Armazéns e Entrepostos de São Paulo, localizada na Vila Leopoldina, Zona Oeste da Capital. A baderna e depredação de instalações do local foi promovida por manifestantes contrários à implementação da cobrança no estacionamento, usado pelos caminhoneiros para carga e descarga dos produtos. Parte dos participantes do protesto resolveram botar para quebrar (literalmente!). Foram arrebentadas cabines de cobrança e incendiados caminhões, além do fogo ateado também num dos prédios da Central.


Um dos veículos incendiados           Foto: Portal Terra

     A amiga e o amigo leitor podem argumentar que isso já não é novidade nos últimos meses. Eu contra-argumentaria dizendo que isso tem tudo a ver com você, que administra um lar, faz compras e sabe mais ou menos o preço das coisas, sobretudo alimentos.

    E eu, que faço parte deste time, posso já adiantar-vos que legumes, frutas e verduras já ficaram feios e caros nos mercados, quase que imediatamente, na sexta-feira mesmo. Coisas do tipo um quilo de vagem a R$ 13,00! Tomate, então, só comprando uns dois ou três para colorir a salada de alface (também cara e feia).

    Enfim, ficamos assim: um dia uns cabras safados queimam ônibus e o povão fica sem condução, noutro mais delinquentes resolvem destruir um bem público de atividade essencial como a de distribuição de alimentos, e a população fica a encontrar só refugo a preço de ouro. Caramba! Que sociedade é esta em que vivemos?

     Terça-feira vou à feira livre investigar como anda isto. Depois, claro, eu conto para vocês.

Paulo Coutinho,
16/mar/2014




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